MAS QUEM DISSE QUE A ROTINA LIVRA O FIM DE SEMANA?
BLOG DE UMA VIDA SOCIAL, DIGAMOS, NÃO MUITO AGITADA...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011


Muita gente falou mal, muita gente falou bem, então eu vou falar também:
Eu não consigo parar de ouvir o novo álbum dos Arctics Monkeys "Suck it and See", quarto álbum de estúdio dos queridos macaquinhos ingleses. Em primeiro lugar, não dá pra cometer o erro bobo de julgar o disco, digamos, não pela capa, mas pelo primeiro vídeo da música "Brick by Brick" que eles soltaram antes do lançamento oficial do álbum. Eu não gostei de brick by brick, achei boba e a letra não faz jus à sagacidade tão bem presente nas composições de Alex Turner; a única coisa que salva a música é a guitarra.
Arctic Monkeys foi paixão à primeira vista, já andei falando deles aqui e de como "Teddy Picker" me encantou, mas quem imaginaria o que viria pela frente só ouvindo "I bet you look good on the dancefloor"?. Três anos e dois albuns depois, foi nas mãos de Josh Homme que os meninos viraram homens no maravilhoso Humbug (2009). Foi aí que a paixão virou amor. Alex mais afiado que nunca, peso e densidade nas guitarras, baixo bem delineado e bateria mais nervosa e precisa que nunca (nada a ver com velocidade).
Em Suck it and See há independência de uma banda que apesar de jovem já possui sua marca registrada e um som característico. Aquilo que você escuta e nos primeiros segundos já reconhece antes de olhar os créditos no display.
Suck and See tem suas (ótimas) virtudes. Dá pra negar a beleza de "That's where you're wrong" e que o refrão parece uma pintura ("(...) Sitting on the floor with a tambourine (...)''); a sensualidade de "She's Thunderstorms" ("She's been loop the looping / Around my mind / Her motorcycle boots / Give me this kind of acrobatic blood, concertina / Cheating heartbeat / Rapid fire") e a poesia de "Black Treacle"?. Ou a semelhança do título de "Don't sit down 'cause I've moved your chair" com os títulos irônicos e engraçados das canções de Morrissey? It's clever, baby, so damn clever!
Se achar pouco ainda tem a doçura de "Love is a laserquest", a graciosa "Reckless Serenade" e a esperta "All my own stunts".
Arctic Monkeys, everybody!

segunda-feira, 9 de maio de 2011


Estou me fazendo essa pergunta.
Yes, we can... matar em nome da pretensa "democracia" americana...
Yes, we can... invadir países e ditar as regras...
Yes, we can... KILLING IN THE NAME OF... blah blah blah
Já ia me esquecendo que a vida de um americano vale mais... ¬¬
Até onde eu sei não existe maior terrorismo do que aquele feito pelos U.S.A.
E tinha mesmo gente achando que Obama seria diferente?
Em nada me afeta a morte de Bin Laden. Tampouco comemorei, o buraco é mais embaixo, ele é só uma pontinha do iceberg. Um pedacinho de linha da trama de uma grande colcha de crimes. Talvez as famílias das vítimas dos atentados tenham se sentido vingadas por motivos pessoais que não cabem ser questionados, mas quem vai vingar aqueles que vivem subjugados de todas as formas possíveis pelos americanos? Os que são torturados, presos, mortos, expulsos ou têm suas vidas afetadas de maneira cruel pelo Tio Sam?
Não há mocinho nem bandido, como fazem questão de pintar. Não estamos vendo filmes de western. Não há como determinar quem começou o que. Quem atirou primeiro, quem xingou a mãe de quem antes do outro.
Há fundamentalismo e radicalismo maior do que o americano?
E eu pergunto mais: de que exatamente Obama está falando quando disse:
- Justice is done (A justiça foi feita)?!!
Tem sido uma chateação sem fim ver noticiário nesses últimos dias devido ao papel de papagaio de ventríloquo que a imprensa tem feito.
Eu me pergunto onde estão as perguntas, os questionamentos, as reflexões. Tudo se resume à repetição, oba-oba-obama vazio. Por quê?
Como exatamente os Eua contribuem para a "Paz Mundial" que só existe em discurso de Miss?
Será mesmo que diferentemente da forma como Osama contribuiu?
Então...
OBAMA...
OSAMA...
Qual a diferença?
Um "B" e um "S"!!!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Levanta-te e anda!

De repente me deu uma vontade de ressucitar esse blog... Se bem que ele nunca morreu de verdade, apenas estava em estado de, talvez eu possa dizer isso, hibernação. Embora o inverno não tenha passado, eu posso vestir um casaco e acordar.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A melhor banda dos últimos tempos da última semana!!!

Não exatamente da última semana, mas dos últimos meses, e quiçá dos últimos anos. São essas coisas que, apesar de muita merda por aí, ainda produzem muita música boa que não deixa o bom e velho Rock morrer. Tô falando do Them Crooked Vultures. A badalada banda formada por Josh Homme, John Paul Jones e Dave Grohl. Para quem não conhece, o primeiro é o talentoso front-headman do excepcional Queens Of The Stone Age e otras cositas más (ainda faço um post só sobre esse cara, e não vai demorar muito); o segundo é o incrível baixista do lendário Led Zeppelin que só é uma das maiores bandas de rock que já existiu na face da terra e o último é o ex-baterista do Nirvana, frontman dos Foo Fighters, um dos músicos mais talentosos de sua geração.


Bem, mas vamos lá! Esse post não é exatamente pra contar a história de como surgiu o grupo (quem quiser saber mais pode pedir ajuda ao grande amigo Google search ahuahuahua), eu estou aqui escrevendo esse post mais precisamente pra falar que a banda dos sonhos é simplesmente GENIAL. Não há exatamente uma descrição precisa que possa expressar o quanto as músicas são boas. Josh mais afinado e afiado do que nunca tanto na voz como nas composições e , claro, na guitarra que é a especialidade da casa. John absoluto no baixo como não poderia deixar de ser. E um Dave visceral, enérgico e inspirado na bateria. Simplesmente dispensa comentários.
Quem tiver oportunidade eu recomendo ouvir todas as faixas pra pirar o cabeção e aprender o que é Rock N' Roll de verdade ao contrário dessas porcarias de emocore e vertentes que teimam em aparecer. Rock direto, cru, verdadeiro e bem feito sem esforço. Produto de talento, que convenhamos, com um line-up desses tá sobrando.


domingo, 3 de janeiro de 2010

Daí que é ano novo...



Daí que resolvi retomar as atividades dessa bagaça de blog.

Daí, também resolvi que não vou escrever sobre nada do que se passou...

Ano novo, vida nova? Não exatamente; há uma série de obrigações que me batem á porta junto com a nova data, as quais sinceramente ainda não me sinto pronta pra encarar.

Daí que também não posso fazer nada pra mudar isso. Então que se dane oras!

E vamos-nos nós.

Feliz Ano Novo!!!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dando as caras... e as notícias!!!

Sumi! É sabido. Tive meus maus bocados nos últimos meses. Estive olhando a data da última postagem: é de quando as coisas não iam tão mal embora eu já estivesse com problemas suficientes pra não querer escrever.
Eu perdi minha mãe, e uma parte de minha vida foi junto com ela; daí a falta de interesse em atualizar esse blog e em fazer outro monte de coisas. Não vou entar em detalhes. Essa é uma parte muito dolorosa da minha atual vida que não pretendo expor aqui.
Hoje deu vontade de escrever essas poucas linhas e espero que isso seja o esboço de uma volta, mas não posso garantir.
No mais é isso. Até uma possível volta.
Abraços a todos!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Ainda ausente por tempo indeterminado. Mas não tanto, espero.



Abraço a todos!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Sem...

... tempo, saco, paciência, humor, talvez inspiração, enfim.
Talvez eu volte logo, talvez nem tanto.
Os blogs que acompanho e tanto gosto infelizmente nunca mais li. Prometo ler tudo e comentar.
Abraços ¬¬

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Meme... respondendo.

O Júnior, do Bad Brain Machine me incubiu de uma tarefa, digo, de responder um meme. Pois vamos a ele:
O meme:
1. Linkar a pessoa que te indicou. Aí encima.
2. Escrever as regras do meme em seu blog. Aqui.
3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você. Aí embaixo.
4. Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post. Ali embaixo.
5. Deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela. Tá lá.
6. Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post. Acolá embaixo.

As respostas:
O que me vem a cabeça agora é:
1. Tenho uma mania meio irracional de me auto-afirmar. Eu imagino ter certeza de saber explicar o porquê. Mas não vou fazer isso aqui e agora.
2. Eu adoro olhar para o mar e para o céu. Sou do tipo que fica horas observando, até o pescoço começar a doer. É meio que uma fascinação mesmo.
3. Eu lavo as mãos a todo instante. Tenho a sensação de que tudo que toco está sujo ou contaminado, cheio de bactérias, micróbios e coisas do tipo.
4. Eu adoro ficar em casa. Se tiver um livro pra ler, música pra ouvir (de preferência um bom rock), computador com internet e uma televisão pra assistir já é 90% da minha diversão.
5. Eu amo praia mas não gosto de tomar sol.
6. Sou mais inteligente que estudiosa.
Agora eu passo para:

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

In Obama they trust!


Kaká (até que enfim) disse não e fim de papo. Ficou balançado com a proposta mas por enquanto ainda não é mercenário. Vamos a outros fatos porque o papo na mesa de botequim agora é outro:
Ontém tomou posse o primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Um grande acontecimento? Claro! Mas cá pra nós o oba-oba encima dele está mais que exagerado. Estão depositando nele uma confiança excessiva como se ele agora fosse a solução dos problemas do mundo. Meio impossível quando se trata de um presidente americano. Isso quer dizer que não importa quem comande o país, os interesses dos Estados Unidos em detrimento dos interesses do mundo serão sempre a prioridade. Tem gente achando que ele é a esperança de negociação no conflito Israel x Palestina; mas quem diz isso parece esquecer que Israel é o único aliado dos States no Oriente Médio e os americanos em nenhum momento vão querer perder esse apoio; então por mais que haja algum progresso daqui pra frente, Israel sempre estará levando vantagem. Há também quem veja em Obama a chave para a resolução do problema da crise econômica mundial. Isso me lembra bem Lula e seus 10 milhões de emprego em seu primeiro mandato... Tudo balela. Decerto que talvez suas decisões sejam mais sensatas que as de Bush nesse campo, mas não existirão milagres. Pra quem não viu ou mesmo não se lembra, Obama falou em campanha que pretende dar continuidade ao etanol do milho (ao invés de comprar o nosso), o que pode continuar encarecendo e tornando escassa a comida. Ah! E ele disse também que a Amazônia não pertencia a nós brasileiros, mas ao mundo (traduza-se: do mundo = dos americanos). Dispensa explicações. Então antes de confundir Obama com um tal Senhor dos Milagres, por favor sejamos razoáveis e esperemos pra ver. Não se trata de ceticismo, muito pelo contrário; torço para que esses anos que virão pela frente sejam melhores que os da Era Bush, mas há de se colocar um pé no freio do imaginação (não dá pra chamar de otimismo). Hoje mesmo Obama já deu um passo positivo: mandou suspender os processos dos presos de Guantanamo. Só o tempo vai dizer se podemos ou não confiar em Barack Hussein Obama!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Tô só esperando...

Bem, eu estava preparando uma postagem sobre outra coisa que pretendo publicar depois. Mas com o bafafá que tá rolando sobre a proposta absurdamente milionária do Manchester City pelo passe do Kaká, eu estou só esperando a resposta oficial do jogador pra me pronunciar sobre o assunto. Se ele disser não, o que acho muito difícil, voltamos ao post original.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Tem o que fazer, mas vê tv.


Tenho muito o que fazer. Mesmo. Por isso a quase prolongada ausência. Mas seguindo a rotina, a televisão sempre me faz compainha na hora da preguiça ou na hora da enrolação ou mesmo na hora do almoço. Algumas coisas que rolaram na tv essa semana chamaram minha atenção. Além do mais a minha inspiração voltou, mas estou totalmente sem tempo pra filosofar.

A apresentadora do Fala Brasil, na Record, Luciana não-sei-de-quê (juro que não lembro o sobrenome) apresentou uma reportagem que falava da doação de comida e remédios por parte do governo brasileiro aos palestinos em Gaza. OK. Depois da reportagem ela mencionou que o povo brasileiro estava criticando tal ajuda uma vez que já temos nossa cota de famintos, desabrigados ou seja lá o que for. Que coisa feia e mesquinha críticas desse tipo! Mas o pior nem foi isso, foi a apresentadora justificar que tal doação foi um importante passo político dado pelo Brasil. Não deixa de ser verdade, mas eu acho que o fato de os palestinos serem vítimas de guerra, sem-teto e privados de condições básicas de uma vida digna já seria um bom argumento. Acho que o tipo de comentário da apresentadora só piora o tom das críticas medíocres.

Outra coisa que merece uma alfinetada (embora isso não vá ser lido pelo alfinetado) são os INSUPORTÁVEIS comentários do Neto na transmissão do futebol na Band. É tanta besteira junta que só dá pra ver o Campeonato Italiano no mute. Quem vê e ouve futebol na Band deve ter idéia do que eu estou falando. Ainda o futebol, ontém teve a premiação da Fifa para os melhores jogadores do mundo, que embora tenha perdido muito do critério ainda possui prestígio. Acredito que Cristiano Ronaldo tenha merecido o prêmio uma vez que Kaká não foi brilhante na temporada, embora bastante eficiente.

Teve ainda o Globo de Ouro, no domingo. Não vou me meter a besta de discutir ou comentar sobre prêmios dados a filmes que não vi, mas achei uma maravilha terem dado o prêmio de melhor ator coadjuvante ao Heath Ledger; não pelo fato de ele ter morrido há um ano atrás, mas pelo brilhantismo ao interpretar The Joker no último filme do Batman e porque ela era uma ator talentoso além da conta.

E por fim, hoje começa mais uma edição do BBB; vou aproveitar pra mudar de canal porque eu não tenho saco pra mais um bando de gente lerda enfiada dentro de uma casa cheia de câmeras que só filmam bundas ou tiradas ininteligíveis.

Bem, um post desinteressante só pra atualizar um blog de quem atualmente não dispõe de muito tempo. Juro que o próximo será melhor. Heehehehehhe!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O ano é novo, mas o resto é tudo igual.

Decidi de uma vez por todas que parei com essas besteiras de resoluções de Ano Novo. Nunca fui de ficar fazendo listinha de 31 de dezembro, muito menos de comer lentilha ou ainda pular ondas no mar de Tibau. O certo é que a rotina continua, e eu temo que muita coisa até piore, não no mau sentido, é claro. Tô no finzinho da faculdade e continuo com (Graças a Deus) o mesmos amigos, sem pretensões de fazer mais. Quanto a isso, tenho feito cada vez menos questão de pessoas em geral do meu lado além daquelas que já tenho comigo. Embora eu tente evitar, fica cada vez mais fácil não gostar das pessoas. A minha paciência ou vontade pra aturar gente chata, desprovida de educação e cultura, ou mesmo de consideração pelos outros tem se esgotado. Não culpo ninguém (mentira), mas não há muito que eu possa fazer, sou meio chegada em classificações anti-sociais, por mais clichê que isso possa parecer. Aliás, eu sempre tive mania de ver em mim possíveis psicoses, manias, transtornos e blábláblás. E depois que fui assaltada recentemente, ando paranóica ao extremo e me considerando uma séria candidata a desenvolver uma síndrome do pânico. Dramática eu? Imagina. Nada digno de graça, risos ou desdém. Minha cabeça é sempre um carrocel de pensamentos e sentimentos. No meio disso eu me agarro a Deus. Infelizmente minha fé se vê constantemente abalada em razão dos meus medos, que aliás não são poucos. Desde 2007 tenho buscado fervorosamente meu lado espiritual e achei nele o sentido da vida que faltava e o Pai preencheu em mim o vazio que se manifestava na minha alma. Ainda me sinto só às vezes, mas sei que tenho Jesus ao meu lado. Não nego portanto que meu comportamento tem sido definitivamente influenciado pela Religião. Tenho tentado ser mais paciente, compreensiva e amorosa com relação ao meu próximo, mas como já relatado nesse blog em várias ocasiões, têm sido realmente difícil. Mas afinal que disse que seria fácil? O mundo hoje se encontra sem valores; a religião foi banalizada; a palavra de Deus foi esquecida. Tento viver minha vida de modo correto, não como os outros acham, mas como eu sei que deve ser. Sou uma caretinha convícta e me orgulho disso; é uma das minha bandeiras. E não sou sensível a críticas com relação a esse assunto, afinal eu não vivo para dar satisfação a quem não me importa. Aliás, não faço questão de ficar próxima de quem não gosto; acho muito é bom não ter que aturar. Sou extremamente generosa com os meus queridos, sei que talvez não seja o bastante, mas eu vou encontrar um jeito de obedecer ao mandamento "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei"; e no fundo sei que esse povo egoísta e individualista que anda por aí, na verdade é tudo mal amado. Sei por experiência própria que sozinha não posso mudar o mundo ou as pessoas que estão nele, e sozinha mesmo, vou fazendo o que posso. Não me coloco no lugar de salvação do mundo, a minha prepotência não chega a tanto. Não fui eu quem inventou essa filosofia, já estava tudo pronto, foi só pegar; só não entendo porque para a maioria das pessoas é tão difícil enxergar o óbvio e fazer a coisa certa. Mas sei também, que um mundo melhor não é impossível e que utopia é só uma palavra inventada pelos covardes e preguiçosos pra não terem trabalho. Retóricas vazias sobre o subjetivismo do certo e do errado são coisas de que só fazem sentido para os idiotas que usam isso como fuga! Não que eu esteja procurando sarna pra me coçar, mas o conformismo sempre será um dos maiores defeitos da humanidade, e desse adjetivo eu não quero compartilhar. É mais um ano que chega, é mais tempo que se passa; e como dizia o poeta: "O tempo urge". E eu preciso correr e me estabelecer. Preciso terminar a monografia; preciso estudar mais; preciso passar num concurso; preciso de um namorado; preciso aprender as novas regras da língua (meu querido trema se foi) portuguesa; preciso correr. Já estou achando que um ano é pouco... mas que talvez seja suficiente. Só o tempo é que vai dizer. Pra variar, eu não sei... E por falar em não saber, quem já estiver craque no novo português por favor ignorar possíveis acentos atualmente indevidos já que eu ainda não tive tempo de estudar as novas regras.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Untitled


Às vezes, ainda que inconscientemente você pensa que é imbatível ou invencível. Você acha que certas coisas nunca vão acontecer com você. É aí que você se engana e vê que não passa de um ser humano pequeno e vulnerável. Coisas que acontecem, sejam elas grandes ou pequenas te derrubam e de uma forma que você nunca pensaria como. Só passando pra saber. É quando você teme que aconteça de novo uma vez que as reações nunca são previstas ou conhecidas; quando você sabe que não pode controlar a vontade das circunstâncias ou dos fatos. Você é tão pequeno e não se dava conta disso até acontecer. E no final das contas você nem sabe a quem culpar, porque na verdade a responsabilidade está distribuída a tantos réus sem rosto, que finalmente não há a quem pedir ajuda. É torcer pra passar logo e rezar pra que não aconteça mais. A aplicabilidade do imprevisível é universal. Mas, “eu desejo que você tenha a quem amar, e quando estiver bem cansado ainda exista amor pra recomeçar”.
Feliz Ano Novo a todos.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Retrospectiva! Blahhh!

Algumas coisas legais que rolaram mundo afora no ano de 2008:
1. Paolo Maldini adiou por mais uma temporada sua aposentadoria. Como grande fã que sou, dei pulos de alegria quando "O Eterno" anunciou que ainda disputaria mais uma temporada pelo Milan. Não perco sequer um jogo do rossonero italiano, ainda mais agora, os últimos da carreira do incrível jogador (sem falar que ele é uma coisa de lindo!).
2. Falando em Milan, a volta de Shevchenko ao clube e a contratação temporária de David Beckham compensaram a notícia da contratação de (eca!) Ronaldinho Gaúcho que diga-se de passagem não está jogando p.... nehuma, como sempre.
3. O (até que enfim) lançamento do cd do Guns N' Roses. Depois de já nem sei quantos anos de promessa, o aguardado Chinese Democracy chega aos ouvidos dos fãs. A Folha de São paulo definiu o album como "megalomaníaco"; eu discordo do adjetivo, mas confesso, depois de ouvir duas vezes, que ainda estou tentando "entender" as músicas novas.
4. A vinda do Interpol ao Brasil. Tá! Não foi tão legal assim: morando nesse buraco civilizado (leia-se cidade) e sem dinheiro pra ir "bater" em São Paulo, ainda estou digerindo o fato de não ter visto nem ouvido Paul Banks ao vivo.
5. Depois de não ter prestado atenção em nenhuma aula (a voz dela é tão insuportável, que era mais produtivo ler um livro na sala enquanto ela falava), de ter discutido com a megera, digo, professora, de não saber de NADA da matéria a 3 dias da prova, de ter usado toda a minha capacidade auto-didata (ela sempre me ajuda) e de meter a cara a aprender todo o conteúdo sozinha, eu consegui tirar 8,0 na prova (tá! Não é notão, mas é mais que a média).



...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Let's take some music!

Nas "andanças" do meu gosto musical, vez ou outra aparecem coisas que valem a pena comentar.






A primeira é a banda britânica The Kooks. Já conheço há mais de uma ano (pouco mais que a existência da banda), mas só agora prestei atenção no som dos garotos. Os arranjos são simples, mas têm uma sonoridade bem poderosa. A voz de Luke Pritchard é bem solta e despojada, sem técnica ou erudição evidente, mas bastante afinada e muito eficiente ao vivo, assim como o som da banda, que segue a mesma característica. Rock N' Roll simples, puro e básico. A bateria da banda lembra muito as bandas dos anos 70.





Outra banda que me chamou atenção e já existe há um bom tempo foi a dupla de Electropop Vive La Fête. Uma dupla belga que toca ao vivo com músicos de verdade no palco ao invés de usar computadores. Descobri esse dias, assistindo a um programa na TV Cultura. Ecos e vozinha suave a la Goldfrapp, teclados, batidas e... guitarra pós-punk + pop + anos 80. Vi e corri para o PC pesquisar e consegui ouvir um monte de música boa que dá vontade de sair por aí dançando, coisa que eu nem sei fazer, ou pelo menos balançar os pezinhos ou a cabeça, ainda que descompassadamente. Já virou minha mais nova mania. Nunca fui muito fã de eletrônico, mas quando o tempero principal é o rock, eu saboreio à vontade e aos montes (leia-se, ou escute-se, The Kills e Hard-Fi). O efeito ecoante no som da guitarra de Danny Mommens presente em algumas canções e a voz doce da vocalista Els Pynoo cantando em francês conferem um charme a mais ao som do duo, mas também há músicas cantadas em inglês.









Tem também a cantora galesa Duffy. A primeira vez que ouvi Mercy o que mais me chamou atenção foi a voz da moça: vocais meio setentão, meio dance, meio soul e afinação ímpar. Ainda há pouca informação sobre ela em português, mas vale a pena conferir o som.








Pra não perder a viagem, tem o canadense Michael Bublé (pronuncia-se Bubê e não Bublê como o Faustão disse no programa). Criou-se muito oba-oba tupiniquim encima dele depois da vinda ao país; principalmente depois do programa do "Ô lôco meu". Mas a voz que cantava "You´ll never find another love like mine... Someone who needs you like I do" há uns anos atrás no tempo da novela Celebridade da Globo, sempre esteve presente na minha pasta de música no computador ou no meu aparelho de som, whatever. Teve ainda "Home" na novela América, também da Globo, mas quem conhece as canções do rapaz sabe que ele é mais, muito mais que hits de novelas. E não! Não há palavras que descrevam ou que sejam suficientes para descrever a voz linda e única de Michael Bublé, ou mesmo a qualidade de suas canções. É um daqueles cantores que aparecem de vez em nunca; porque cantores há muitos, mas poucos com um timbre de voz tão belo e que cantam com sentimento cada canção ou que sabem reproduzir perfeitamente as emoções de seus discos em shows ao vivo, sentindo cada frase cantada. Os toques de jazz deixam tudo ainda mais charmoso.

domingo, 30 de novembro de 2008

Procurando propósitos...

Na vida, tudo tem que ter um propósito, uma razão de ser. Do contrário nada terá sentido. Não que se tenha que planejar cada respiração, tecer um argumento composto de uma boa retórica sempre que fizer algo, ou mesmo maquinar os movimentos de cada passo, mas é preciso sentir verdadeiramente que o que se vive ou o que se faz não é pelo simples fato de fazer, tornando-se uma coisa vazia. Mesmo as obrigações têm de ganhar sentido, senão não há porque fazê-las.

Tudo precisa ter propósito: o amor, a vida, a música, a arte, a roupa que se veste, um relacionamento, um filme, uma história, um beijo, o ódio, a alegria, a risada, o choro... e por aí vai...

Quando tudo se torna vazio e sem sentido é ponto de se perguntar por que se está vivendo. E não! A solução não é a morte, mas a busca eterna pela essência das coisas.

A essência das coisas, esse mistério que pede pra ser desvendado, mas que não que se revelar. Só é preciso um pouco de sensibilidade e percepção.



d- -b Listening Bush (the band, of course!)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Ela é patética!

Ontém eu pedi a Deus que acalmasse meu coração porque não tinha ninguém no mundo sentindo mais ódio que o eu estava sentindo na noite passada. Simplesmente não dá pra discutir com quem sabe de tudo e que ainda julga saber o pensamento dos outros. Sim, "porque todo mundo entendeu menos você". Eu simplesmente não havia tirado a razão dela mas ela não me deu a razão que eu também possuía. No fim das contas ela que não entendeu e ainda fez pouco caso da minha razão. Eu por outro lado tenho muito a aprender, Graças ao meu bom Cristo; o que seria da vida sem a aterna motivação pela busca do conhecimento? Ainda a mesma história, mas agora meu ódio personificou-se: tem nome, sobrenome, rosto e roupas muito feias.
Sem tempo pra explicações, vou é estudar porque a prova dela é na Quarta-Feira e eu não sei nem 2% da matéria...

sábado, 22 de novembro de 2008

Pessoas... e pessoas...




Há pessoas e pessoas. Na maioria das vezes não gosto muito delas, mas meu projeto de vida inclui trabalhar por elas. ???. Como assim Bial? Como eu disse, há pessoas e pessoas. Tem gente que não tem nada na vida; me refiro às coisas básicas a que todos os seres humanos têm direito: comida, teto, educação, saúde, cultura, etc e tal. Por outro lado tem gente que tem todas essas coisas e age como otário. É pelo primeiro tipo de pessoas que quero trabalhar: pessoas que por não serem consumidores em potencial não tem valor nenhum na sociedade capitalista (sem clichês). Em relação ao segundo tipo eu quero distância. Gente sem potencial. Gente lerda. Gente alienada. Gente que quer te ver pelas costas pelo simples fato de você existir e ser do jeito que é. Não é querendo bancar a metida não, mas eu sou mais eu. E sim, eu ainda tenho esperança nas pessoas, por isso ainda perco tempo reclamando. Os valores e a sensibilidade perderam-se ou nunca de fato existiram?


Jesus disse; "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei." Eu juro que tento. Deus sabe e eu também que eu poderia tentar mais. Mas como é difícil (quem disse que seria fácil?) quando tudo que vejo são pessoas que se dizem letradas e pretendem uma sabedoria universal, que aliás, só a Deus pertence. Já dizia Sócrates: "Só sei que nada sei". E eu até sei de muita coisa, mas há tão mais a saber que na verdade concluo que não sei de nada mesmo... Mas eu sei disso, e portanto parece que sei mais que aqueles que julgam saber tudo. Esse tipo de gente acha que me conhece, acha que sou uma do-contra vazia e estúpida. Eu tenho propósitos maiores na vida e não acho (tenho certeza) que eu tenha alguma obrigação de provar algo à essas pessoas, exceto claro àquelas que merecem (pouquíssimas).


É difícil amar as pessoas como se não houvesse amanhã. É difícil amar professores que te fazem de otária enquanto fingem ensinar algo que pretende ser útil na dua vida quando na verdade não é. É difícil amar vizinhos cuja única função na vida parece ser invadir sua vida particular e sua própria casa. É díficil amar colegas de faculdade que tomam como implicância tudo que você fala. É díficil amar gente mal-educada e egoísta que só parece ter olhos para o próprio umbigo e você que se lasque.


Isso tudo soa muito arrogante, pode parecer que desprezo as pessoas ou que sou uma metida sabichona, mas quem realmente me conhece, e não quem pensa que me conhece sem saber quem sou, sabe que eu tenho um coração de ouro e grande em afeto, compreensão e perdão. Detesto ter que me justificar e ficar me auto-afirmando sobre o que sou ou que não sou, mas é a única maneira que encontro pra seguir vivendo nesse mundo lotado de gente estúpida. Antes de achar coisas pense que a defensiva é a única solução pra quem vive sendo "atacada". Eu não costumo provocar ninguém, portanto não admito que me provoquem. Estou olhando pra você, otário, e na minha cara há uma frase escrita:
- Mostre-me o que você sabe fazer!

¬¬



d- -b Listening RADIOHEAD

domingo, 2 de novembro de 2008

Cala a boca Galvão, porque o Hamilton é campeão!!!


Quase perco os cabelos vendo a corrida, mas não foi por causa da emoção (e olhe que tiveram muitas), mas pela quantidade de asneiras que Galvão Bueno falava. É irritante. E o pior é que tem gente que acredita e sai repetindo. Só pra citar algumas: é incontável o número de vezes que ele afirmou que Felipe Massa é sem dúvida o novo ídolo do esporte brasileiro. Primeiro, que de ídolos fabricados eu já estou cheia, ainda mais quando vêm da Globo. Segundo, que se ele fosse realmente um ídolo o Galvão não precisaria tentar convencer ninguém repetindo isso a cada 10 segundos. Falou ainda que Massa era o primeiro piloto da equipe, sendo que nem mesmo a Ferrari diz isso. Dã! Galvão ainda teve a audácia de dizer que a corrida em que Massa perdeu por causa do painel eletrônico do carro foi determinante para que ele não estivesse em primeiro no campeonato. Isso é verdade desde que se tenha uma versão distorcida dos fatos. Alguém lembra quantos pontos Massa ganhou de graça com as cagadas de Hamilton, e essas por sua vez, em duas corridas tiraram Raikonnen do caminho fazendo-o perder pontos preciosos no campeonato? Se ele não tivesse contado com essa sorte de Urubu que ele tem, que posição ele teria no fim do campeonato?

Mas enfim, baboseiras Galvanianas a parte, Hamilton é campeão, minha torcida deu certo e o choro de Massa foi impagável (me deu uma crise de riso).
Igualmente ridícula a torcida brasileira ao hostilizar Glock insinuando que a McLaren teria comprado a Toyota para que o piloto cedesse sua posição. Pô, se não sabe perder fica calado!

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