quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011

Estou me fazendo essa pergunta.
Yes, we can... matar em nome da pretensa "democracia" americana...
Yes, we can... invadir países e ditar as regras...
Yes, we can... KILLING IN THE NAME OF... blah blah blah
Já ia me esquecendo que a vida de um americano vale mais... ¬¬
Até onde eu sei não existe maior terrorismo do que aquele feito pelos U.S.A.
E tinha mesmo gente achando que Obama seria diferente?
Em nada me afeta a morte de Bin Laden. Tampouco comemorei, o buraco é mais embaixo, ele é só uma pontinha do iceberg. Um pedacinho de linha da trama de uma grande colcha de crimes. Talvez as famílias das vítimas dos atentados tenham se sentido vingadas por motivos pessoais que não cabem ser questionados, mas quem vai vingar aqueles que vivem subjugados de todas as formas possíveis pelos americanos? Os que são torturados, presos, mortos, expulsos ou têm suas vidas afetadas de maneira cruel pelo Tio Sam?
Não há mocinho nem bandido, como fazem questão de pintar. Não estamos vendo filmes de western. Não há como determinar quem começou o que. Quem atirou primeiro, quem xingou a mãe de quem antes do outro.
Há fundamentalismo e radicalismo maior do que o americano?
E eu pergunto mais: de que exatamente Obama está falando quando disse:
- Justice is done (A justiça foi feita)?!!
Tem sido uma chateação sem fim ver noticiário nesses últimos dias devido ao papel de papagaio de ventríloquo que a imprensa tem feito.
Eu me pergunto onde estão as perguntas, os questionamentos, as reflexões. Tudo se resume à repetição, oba-oba-obama vazio. Por quê?
Como exatamente os Eua contribuem para a "Paz Mundial" que só existe em discurso de Miss?
Será mesmo que diferentemente da forma como Osama contribuiu?
Então...
OBAMA...
OSAMA...
Qual a diferença?
Um "B" e um "S"!!!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Levanta-te e anda!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
A melhor banda dos últimos tempos da última semana!!!

Bem, mas vamos lá! Esse post não é exatamente pra contar a história de como surgiu o grupo (quem quiser saber mais pode pedir ajuda ao grande amigo Google search ahuahuahua), eu estou aqui escrevendo esse post mais precisamente pra falar que a banda dos sonhos é simplesmente GENIAL. Não há exatamente uma descrição precisa que possa expressar o quanto as músicas são boas. Josh mais afinado e afiado do que nunca tanto na voz como nas composições e , claro, na guitarra que é a especialidade da casa. John absoluto no baixo como não poderia deixar de ser. E um Dave visceral, enérgico e inspirado na bateria. Simplesmente dispensa comentários.
Quem tiver oportunidade eu recomendo ouvir todas as faixas pra pirar o cabeção e aprender o que é Rock N' Roll de verdade ao contrário dessas porcarias de emocore e vertentes que teimam em aparecer. Rock direto, cru, verdadeiro e bem feito sem esforço. Produto de talento, que convenhamos, com um line-up desses tá sobrando.

domingo, 3 de janeiro de 2010
Daí que é ano novo...
Daí que resolvi retomar as atividades dessa bagaça de blog.
Daí, também resolvi que não vou escrever sobre nada do que se passou...
Ano novo, vida nova? Não exatamente; há uma série de obrigações que me batem á porta junto com a nova data, as quais sinceramente ainda não me sinto pronta pra encarar.
Daí que também não posso fazer nada pra mudar isso. Então que se dane oras!
E vamos-nos nós.
Feliz Ano Novo!!!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Dando as caras... e as notícias!!!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Sem...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Meme... respondendo.
As respostas:
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
In Obama they trust!
domingo, 18 de janeiro de 2009
Tô só esperando...
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Tem o que fazer, mas vê tv.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
O ano é novo, mas o resto é tudo igual.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Untitled
Feliz Ano Novo a todos.
sábado, 27 de dezembro de 2008
Retrospectiva! Blahhh!
...
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Let's take some music!

Outra banda que me chamou atenção e já existe há um bom tempo f
oi a dupla de Electropop Vive La Fête. Uma dupla belga que toca ao vivo com músicos de verdade no palco ao invés de usar computadores. Descobri esse dias, assistindo a um programa na TV Cultura. Ecos e vozinha suave a la Goldfrapp, teclados, batidas e... guitarra pós-punk + pop + anos 80. Vi e corri para o PC pesquisar e consegui ouvir um monte de música boa que dá vontade de sair por aí dançando, coisa que eu nem sei fazer, ou pelo menos balançar os pezinhos ou a cabeça, ainda que descompassadamente. Já virou minha mais nova mania. Nunca fui muito fã de eletrônico, mas quando o tempero principal é o rock, eu saboreio à vontade e aos montes (leia-se, ou escute-se, The Kills e Hard-Fi). O efeito ecoante no som da guitarra de Danny Mommens presente em algumas canções e a voz doce da vocalista Els Pynoo cantando em francês conferem um charme a mais ao som do duo, mas também há músicas cantadas em inglês.
Tem também a cantora galesa Duffy. A primeira vez que ouvi Mercy o que mais me chamou atenção foi a voz da moça: vocais meio setentão, meio dance, meio soul e afinação ímpar. Ainda há pouca informação sobre ela em português, mas vale a pena conferir o som.
Pra não perder a viagem, tem o canadense Michael Bublé (pronuncia-se Bubê e não Bublê como o Faustão disse no programa). Criou-se muito oba-oba tupiniquim encima dele depois da vinda ao país; principalmente depois do programa do "Ô lôco meu". Mas a voz que cantava "You´ll never find another love like mine... Someone who needs you like I do" há uns anos atrás no tempo da novela Celebridade da Globo, sempre esteve presente na minha pasta de música no computador ou no meu aparelho de som, whatever. Teve ainda "Home" na novela América, também da Globo, mas quem conhece as canções do rapaz sabe que ele é mais, muito mais que hits de novelas. E não! Não há palavras que descrevam ou que sejam suficientes para descrever a voz linda e única de Michael Bublé, ou mesmo a qualidade de suas canções. É um daqueles cantores que aparecem de vez em nunca; porque cantores há muitos, mas poucos com um timbre de voz tão belo e que cantam com sentimento cada canção ou que sabem reproduzir perfeitamente as emoções de seus discos em shows ao vivo, sentindo cada frase cantada. Os toques de jazz deixam tudo ainda mais charmoso.
domingo, 30 de novembro de 2008
Procurando propósitos...
Tudo precisa ter propósito: o amor, a vida, a música, a arte, a roupa que se veste, um relacionamento, um filme, uma história, um beijo, o ódio, a alegria, a risada, o choro... e por aí vai...
Quando tudo se torna vazio e sem sentido é ponto de se perguntar por que se está vivendo. E não! A solução não é a morte, mas a busca eterna pela essência das coisas.
A essência das coisas, esse mistério que pede pra ser desvendado, mas que não que se revelar. Só é preciso um pouco de sensibilidade e percepção.
d- -b Listening Bush (the band, of course!)
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Ela é patética!
sábado, 22 de novembro de 2008
Pessoas... e pessoas...

Há pessoas e pessoas. Na maioria das vezes não gosto muito delas, mas meu projeto de vida inclui trabalhar por elas. ???. Como assim Bial? Como eu disse, há pessoas e pessoas. Tem gente que não tem nada na vida; me refiro às coisas básicas a que todos os seres humanos têm direito: comida, teto, educação, saúde, cultura, etc e tal. Por outro lado tem gente que tem todas essas coisas e age como otário. É pelo primeiro tipo de pessoas que quero trabalhar: pessoas que por não serem consumidores em potencial não tem valor nenhum na sociedade capitalista (sem clichês). Em relação ao segundo tipo eu quero distância. Gente sem potencial. Gente lerda. Gente alienada. Gente que quer te ver pelas costas pelo simples fato de você existir e ser do jeito que é. Não é querendo bancar a metida não, mas eu sou mais eu. E sim, eu ainda tenho esperança nas pessoas, por isso ainda perco tempo reclamando. Os valores e a sensibilidade perderam-se ou nunca de fato existiram?
Jesus disse; "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei." Eu juro que tento. Deus sabe e eu também que eu poderia tentar mais. Mas como é difícil (quem disse que seria fácil?) quando tudo que vejo são pessoas que se dizem letradas e pretendem uma sabedoria universal, que aliás, só a Deus pertence. Já dizia Sócrates: "Só sei que nada sei". E eu até sei de muita coisa, mas há tão mais a saber que na verdade concluo que não sei de nada mesmo... Mas eu sei disso, e portanto parece que sei mais que aqueles que julgam saber tudo. Esse tipo de gente acha que me conhece, acha que sou uma do-contra vazia e estúpida. Eu tenho propósitos maiores na vida e não acho (tenho certeza) que eu tenha alguma obrigação de provar algo à essas pessoas, exceto claro àquelas que merecem (pouquíssimas).
É difícil amar as pessoas como se não houvesse amanhã. É difícil amar professores que te fazem de otária enquanto fingem ensinar algo que pretende ser útil na dua vida quando na verdade não é. É difícil amar vizinhos cuja única função na vida parece ser invadir sua vida particular e sua própria casa. É díficil amar colegas de faculdade que tomam como implicância tudo que você fala. É díficil amar gente mal-educada e egoísta que só parece ter olhos para o próprio umbigo e você que se lasque.
Isso tudo soa muito arrogante, pode parecer que desprezo as pessoas ou que sou uma metida sabichona, mas quem realmente me conhece, e não quem pensa que me conhece sem saber quem sou, sabe que eu tenho um coração de ouro e grande em afeto, compreensão e perdão. Detesto ter que me justificar e ficar me auto-afirmando sobre o que sou ou que não sou, mas é a única maneira que encontro pra seguir vivendo nesse mundo lotado de gente estúpida. Antes de achar coisas pense que a defensiva é a única solução pra quem vive sendo "atacada". Eu não costumo provocar ninguém, portanto não admito que me provoquem. Estou olhando pra você, otário, e na minha cara há uma frase escrita:
- Mostre-me o que você sabe fazer!
¬¬
d- -b Listening RADIOHEAD





