MAS QUEM DISSE QUE A ROTINA LIVRA O FIM DE SEMANA?
BLOG DE UMA VIDA SOCIAL, DIGAMOS, NÃO MUITO AGITADA...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Meme... respondendo.

O Júnior, do Bad Brain Machine me incubiu de uma tarefa, digo, de responder um meme. Pois vamos a ele:
O meme:
1. Linkar a pessoa que te indicou. Aí encima.
2. Escrever as regras do meme em seu blog. Aqui.
3. Contar 6 coisas aleatórias sobre você. Aí embaixo.
4. Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post. Ali embaixo.
5. Deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela. Tá lá.
6. Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post. Acolá embaixo.

As respostas:
O que me vem a cabeça agora é:
1. Tenho uma mania meio irracional de me auto-afirmar. Eu imagino ter certeza de saber explicar o porquê. Mas não vou fazer isso aqui e agora.
2. Eu adoro olhar para o mar e para o céu. Sou do tipo que fica horas observando, até o pescoço começar a doer. É meio que uma fascinação mesmo.
3. Eu lavo as mãos a todo instante. Tenho a sensação de que tudo que toco está sujo ou contaminado, cheio de bactérias, micróbios e coisas do tipo.
4. Eu adoro ficar em casa. Se tiver um livro pra ler, música pra ouvir (de preferência um bom rock), computador com internet e uma televisão pra assistir já é 90% da minha diversão.
5. Eu amo praia mas não gosto de tomar sol.
6. Sou mais inteligente que estudiosa.
Agora eu passo para:

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

In Obama they trust!


Kaká (até que enfim) disse não e fim de papo. Ficou balançado com a proposta mas por enquanto ainda não é mercenário. Vamos a outros fatos porque o papo na mesa de botequim agora é outro:
Ontém tomou posse o primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Um grande acontecimento? Claro! Mas cá pra nós o oba-oba encima dele está mais que exagerado. Estão depositando nele uma confiança excessiva como se ele agora fosse a solução dos problemas do mundo. Meio impossível quando se trata de um presidente americano. Isso quer dizer que não importa quem comande o país, os interesses dos Estados Unidos em detrimento dos interesses do mundo serão sempre a prioridade. Tem gente achando que ele é a esperança de negociação no conflito Israel x Palestina; mas quem diz isso parece esquecer que Israel é o único aliado dos States no Oriente Médio e os americanos em nenhum momento vão querer perder esse apoio; então por mais que haja algum progresso daqui pra frente, Israel sempre estará levando vantagem. Há também quem veja em Obama a chave para a resolução do problema da crise econômica mundial. Isso me lembra bem Lula e seus 10 milhões de emprego em seu primeiro mandato... Tudo balela. Decerto que talvez suas decisões sejam mais sensatas que as de Bush nesse campo, mas não existirão milagres. Pra quem não viu ou mesmo não se lembra, Obama falou em campanha que pretende dar continuidade ao etanol do milho (ao invés de comprar o nosso), o que pode continuar encarecendo e tornando escassa a comida. Ah! E ele disse também que a Amazônia não pertencia a nós brasileiros, mas ao mundo (traduza-se: do mundo = dos americanos). Dispensa explicações. Então antes de confundir Obama com um tal Senhor dos Milagres, por favor sejamos razoáveis e esperemos pra ver. Não se trata de ceticismo, muito pelo contrário; torço para que esses anos que virão pela frente sejam melhores que os da Era Bush, mas há de se colocar um pé no freio do imaginação (não dá pra chamar de otimismo). Hoje mesmo Obama já deu um passo positivo: mandou suspender os processos dos presos de Guantanamo. Só o tempo vai dizer se podemos ou não confiar em Barack Hussein Obama!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Tô só esperando...

Bem, eu estava preparando uma postagem sobre outra coisa que pretendo publicar depois. Mas com o bafafá que tá rolando sobre a proposta absurdamente milionária do Manchester City pelo passe do Kaká, eu estou só esperando a resposta oficial do jogador pra me pronunciar sobre o assunto. Se ele disser não, o que acho muito difícil, voltamos ao post original.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Tem o que fazer, mas vê tv.


Tenho muito o que fazer. Mesmo. Por isso a quase prolongada ausência. Mas seguindo a rotina, a televisão sempre me faz compainha na hora da preguiça ou na hora da enrolação ou mesmo na hora do almoço. Algumas coisas que rolaram na tv essa semana chamaram minha atenção. Além do mais a minha inspiração voltou, mas estou totalmente sem tempo pra filosofar.

A apresentadora do Fala Brasil, na Record, Luciana não-sei-de-quê (juro que não lembro o sobrenome) apresentou uma reportagem que falava da doação de comida e remédios por parte do governo brasileiro aos palestinos em Gaza. OK. Depois da reportagem ela mencionou que o povo brasileiro estava criticando tal ajuda uma vez que já temos nossa cota de famintos, desabrigados ou seja lá o que for. Que coisa feia e mesquinha críticas desse tipo! Mas o pior nem foi isso, foi a apresentadora justificar que tal doação foi um importante passo político dado pelo Brasil. Não deixa de ser verdade, mas eu acho que o fato de os palestinos serem vítimas de guerra, sem-teto e privados de condições básicas de uma vida digna já seria um bom argumento. Acho que o tipo de comentário da apresentadora só piora o tom das críticas medíocres.

Outra coisa que merece uma alfinetada (embora isso não vá ser lido pelo alfinetado) são os INSUPORTÁVEIS comentários do Neto na transmissão do futebol na Band. É tanta besteira junta que só dá pra ver o Campeonato Italiano no mute. Quem vê e ouve futebol na Band deve ter idéia do que eu estou falando. Ainda o futebol, ontém teve a premiação da Fifa para os melhores jogadores do mundo, que embora tenha perdido muito do critério ainda possui prestígio. Acredito que Cristiano Ronaldo tenha merecido o prêmio uma vez que Kaká não foi brilhante na temporada, embora bastante eficiente.

Teve ainda o Globo de Ouro, no domingo. Não vou me meter a besta de discutir ou comentar sobre prêmios dados a filmes que não vi, mas achei uma maravilha terem dado o prêmio de melhor ator coadjuvante ao Heath Ledger; não pelo fato de ele ter morrido há um ano atrás, mas pelo brilhantismo ao interpretar The Joker no último filme do Batman e porque ela era uma ator talentoso além da conta.

E por fim, hoje começa mais uma edição do BBB; vou aproveitar pra mudar de canal porque eu não tenho saco pra mais um bando de gente lerda enfiada dentro de uma casa cheia de câmeras que só filmam bundas ou tiradas ininteligíveis.

Bem, um post desinteressante só pra atualizar um blog de quem atualmente não dispõe de muito tempo. Juro que o próximo será melhor. Heehehehehhe!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O ano é novo, mas o resto é tudo igual.

Decidi de uma vez por todas que parei com essas besteiras de resoluções de Ano Novo. Nunca fui de ficar fazendo listinha de 31 de dezembro, muito menos de comer lentilha ou ainda pular ondas no mar de Tibau. O certo é que a rotina continua, e eu temo que muita coisa até piore, não no mau sentido, é claro. Tô no finzinho da faculdade e continuo com (Graças a Deus) o mesmos amigos, sem pretensões de fazer mais. Quanto a isso, tenho feito cada vez menos questão de pessoas em geral do meu lado além daquelas que já tenho comigo. Embora eu tente evitar, fica cada vez mais fácil não gostar das pessoas. A minha paciência ou vontade pra aturar gente chata, desprovida de educação e cultura, ou mesmo de consideração pelos outros tem se esgotado. Não culpo ninguém (mentira), mas não há muito que eu possa fazer, sou meio chegada em classificações anti-sociais, por mais clichê que isso possa parecer. Aliás, eu sempre tive mania de ver em mim possíveis psicoses, manias, transtornos e blábláblás. E depois que fui assaltada recentemente, ando paranóica ao extremo e me considerando uma séria candidata a desenvolver uma síndrome do pânico. Dramática eu? Imagina. Nada digno de graça, risos ou desdém. Minha cabeça é sempre um carrocel de pensamentos e sentimentos. No meio disso eu me agarro a Deus. Infelizmente minha fé se vê constantemente abalada em razão dos meus medos, que aliás não são poucos. Desde 2007 tenho buscado fervorosamente meu lado espiritual e achei nele o sentido da vida que faltava e o Pai preencheu em mim o vazio que se manifestava na minha alma. Ainda me sinto só às vezes, mas sei que tenho Jesus ao meu lado. Não nego portanto que meu comportamento tem sido definitivamente influenciado pela Religião. Tenho tentado ser mais paciente, compreensiva e amorosa com relação ao meu próximo, mas como já relatado nesse blog em várias ocasiões, têm sido realmente difícil. Mas afinal que disse que seria fácil? O mundo hoje se encontra sem valores; a religião foi banalizada; a palavra de Deus foi esquecida. Tento viver minha vida de modo correto, não como os outros acham, mas como eu sei que deve ser. Sou uma caretinha convícta e me orgulho disso; é uma das minha bandeiras. E não sou sensível a críticas com relação a esse assunto, afinal eu não vivo para dar satisfação a quem não me importa. Aliás, não faço questão de ficar próxima de quem não gosto; acho muito é bom não ter que aturar. Sou extremamente generosa com os meus queridos, sei que talvez não seja o bastante, mas eu vou encontrar um jeito de obedecer ao mandamento "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei"; e no fundo sei que esse povo egoísta e individualista que anda por aí, na verdade é tudo mal amado. Sei por experiência própria que sozinha não posso mudar o mundo ou as pessoas que estão nele, e sozinha mesmo, vou fazendo o que posso. Não me coloco no lugar de salvação do mundo, a minha prepotência não chega a tanto. Não fui eu quem inventou essa filosofia, já estava tudo pronto, foi só pegar; só não entendo porque para a maioria das pessoas é tão difícil enxergar o óbvio e fazer a coisa certa. Mas sei também, que um mundo melhor não é impossível e que utopia é só uma palavra inventada pelos covardes e preguiçosos pra não terem trabalho. Retóricas vazias sobre o subjetivismo do certo e do errado são coisas de que só fazem sentido para os idiotas que usam isso como fuga! Não que eu esteja procurando sarna pra me coçar, mas o conformismo sempre será um dos maiores defeitos da humanidade, e desse adjetivo eu não quero compartilhar. É mais um ano que chega, é mais tempo que se passa; e como dizia o poeta: "O tempo urge". E eu preciso correr e me estabelecer. Preciso terminar a monografia; preciso estudar mais; preciso passar num concurso; preciso de um namorado; preciso aprender as novas regras da língua (meu querido trema se foi) portuguesa; preciso correr. Já estou achando que um ano é pouco... mas que talvez seja suficiente. Só o tempo é que vai dizer. Pra variar, eu não sei... E por falar em não saber, quem já estiver craque no novo português por favor ignorar possíveis acentos atualmente indevidos já que eu ainda não tive tempo de estudar as novas regras.