MAS QUEM DISSE QUE A ROTINA LIVRA O FIM DE SEMANA?
BLOG DE UMA VIDA SOCIAL, DIGAMOS, NÃO MUITO AGITADA...

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Resposta atrasada a um meme...

Guiga, minha nossa. Agora lascou! Definir o amor? É não ter que usar a arte de colocar defeito. É não ter que ter medo de se entregar ao ser amado por achar que vai perder o controle. É ver sim, como vc disse, o mundo nos olhos dele e querer ganhar esse mundo pra si. Não importa quem seja. Ultimamente eu tenho percebido o quanto o amor é uma coisa maior. Quantas vezes já afirmei amar mas depois que o tempo passou tudo que restaram foram explicações freudianas de medos e nenhuma certeza? Amor realmente não se define, apenas vive-se, sente-se... e sem pieguices, embora os clichês as vezes sejam inevitáveis. Não há muito o que falar, há de se sentir, e plenamente, do contrário não é amor. Não adianta o quanto se tente traduzir em palavras o que se pode ver sentindo.
Ouvindo incansável e incessantemente:
The killers
The monkees
Interpol

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Um breve meme para o canalha

Ô canalha, sem querer fazer de você um conselheiro sentimental mas eu queria que você me respondesse por que diabos um cara que ficou há uns poucos dias com uma menina (e não pediu o telefone dela rsrsrsrs) diz com todas as letras que ficou com outras depois do fatídico dia em que ficou com ela (e sem ela ter perguntado especificamente sobre isso)? OBS: ele demonstrou que gostou de ficar com ela...

a) Ele tá querendo testar se ela tá na dele por que ele tá na dela
b) Ele tá querendo dizer "nem vem que não tem, era só pra ficar e ponto." porque ele não tá na dela
c) Ele tá na dela e tá querendo saber qual a reação dela por saber que ele ficou com outras.
d) Tá jogando uma verde pra saber se ela também ficou com outros
e) Ele é um canalha?
f) Sei lá, minha filha, não sou conselheiro sentimental

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Legião Urbana - Quase Sem Querer Renato Russo

Há muitos anos atrás alguém escreveu uma música que na verdade parece que fui em quem o fez... (sem pretensões)

Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso.
Só que agora é diferente:
Estou tão tranquilo
E tão contente.
Quantas chances
desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada p'ra ninguém.
Me fiz em mil pedaços
P'ra você juntar
E queria sempre achar
Explicação p'ro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir p'ra si mesmo
É sempre a pior mentira.
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos.
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?
Me disseram que você
estava chorando
E foi então que percebi
Como lhe quero tanto.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

"Nada sei nessa vida. Vivo sem saber..."

Eis que recomeçaram as aulas; sim porque 2° semestre em pleno mês de Novembro é privilégio de aluno da UERN. Retomadas as aulas, é retomada a rotina das famigeradas apostilas e aulas que não acrescentam muito na minha nobre vida. É hora de reencontrar os amigos e continuar aturando os demais coleguinhas. Pobrezinhos, até que eles se esforçam, mas convém dizer que pouca gente ali vai chegar a algum lugar que realmente faça a diferença. Não porque são burros, mas porque não sabem o que fazer com a inteligência que têm. Acontece que só agora em pleno final de 2 ° semana de aula é que fui conseguir prestar atenção em metade de uma aula; que o diga minhas companheiras revistas, tão nobres na árdua tarefa de me distraírem das enfadonhas "explicações" que os professores trazem sobre o mundinho (eca!) corporativo. O fato é que já estou em fase de conclusão do curso e tá muito tarde pra desistir mas passar tanto tempo do meu tempo e da minha vida num lugar que não me trouxe muitas perspectivas está me deixando um tanto chateada e um tantão assim desmotivada. Acho que a crise dos 20 chegou pra mim. Parece superficial, dados os problemas do mundo. Mas eu sempre fui original demais a ponto de a essência das coisas me ser um problema suficientemente grande. Embora ultimamente minha vida tenha dado reviravoltas surpreendentes, o certo é que pouca coisa tem o poder de me deixar feliz e exercitar meu lado positivo me parece fora de questão agora (foi o que me sugeriu uma amiga). O certo agora é que, pra variar, não tenho mais certeza de nada, e isso parece ter sido especialmente afetado pelos acontecimentos dos últimos dias (o que não aqui cabe citar). Mas dada a minha aptidão ao drama quem sabe já já tudo isso passa. Olha só! Um pensamento positivo... rsrsrsrs. Cruzes.

domingo, 18 de novembro de 2007

...

O blog parou; o que pra mim não faz lá tanta diferença porque ultimamente tenho tido muito a dizer mas pouca vontade de publicar dado o conteúdo do pensamento e haja visto esse não ser um blog anônimo. Tô com uns meme's aí pra responder mas o certo é que a preguiça falou mais alto pra variar.

domingo, 4 de novembro de 2007

Respondendo...

Guiga, tô segurando a bola, mas como eu sempre fui melhor em comentar do que em jogar aí vai:
Ser anti-social ou não ser? Eis a questão. Pra mim é uma questão de estar, de estado de espiríto mesmo. Não gosto muito de estar no meio de multidões, me deixa insegura porque eu sou tímida. O certo é que eu escolho a dedos em riste com quem eu me relaciono. Mas pra isso é preciso conhecer as pessoas e se me decepciono ao descobrir o que a máscara esconde não penso duas vezes em me afastar. O que me faz ser alguém que está sempre à parte é o fato de eu separar as pessoas em categorias: as pessoas que eu amo e gosto, as que eu aturo e as que eu não gosto mesmo. Categorias bem limitadas, mas até agora tem dado certo. Quem sou pra dizer se alguém é melhor ou pior que eu, longe disso. Não sou do tipo que despreza ou humilha, mas quem escolhe meus amigos sou eu. Se digo que não gosto de certas pessoas acho que tenho direito a isso. Não por achar que sejam indignas de terem a minha amizade ou o meu apreço. Nao é isso. Mas eu não sou martelo pra ter que bater em cabeça de prego o tempo inteiro. Nunca fiz e nem faço questão de fazer a linha descolada, extrovertida do tipo que é amiga de todo mundo. Prefiro sempre a qualidade dos poucos amigos que tenho. Infelizmente também prefiro as pessoas de potencial, o que, claro, não se mede pelo QI ou pelo grau de intelectualidade. Mas pelo modo de ver além das coisas, de pensar de maneira própria. Isso é muito subjetivo, eu sei, mas não é porque é subjetivo que não tem que ser compreensível. Resumindo, pessoas que sejam parecidas comigo pelo menos nos valores, ou no modo de pensar. Costumo dizer que amigo não é gente, é uma extensão de si mesmo; não pra passar a mão na sua cabeça, mas pra fazer você ver acima dela. Realmente não gosto de muitas pessoas, tanto porque não consigo, como porque não faço questão. E lugar comum nunca foi muito a minha cara mesmo...

No apology

Então, ele achava que a conhecia... Tinha sempre alguma crítica a fazer sobre algo que ela falava ou fazia. Costumava chamá-la de teimosa por qualquer motivo, mesmo que ela tivesse a razão, o que sempre acontecia. Ele insistia em proclamar-se amigo quando na verdade há amigos e amigos. E suas perguntas questionavam sobre coisas que ele deveria saber que ela não responderia. Ele tinha um particular apreço por ela. Ela por sua vez se perguntava o porquê desse sentimento uma vez que ele só sabia criticá-la. Ele era, realmente esperto e até advinhara um traço da personalidade dela que ela sabia que era verdade, e isso foi tamanha perspicácia. Mas nisso ele julgara erroneamente saber a verdade por completo; e assim ele se enganou e acabou por afastar alguém que nunca foi realmente próxima dele. Finalmente ela aprendeu que não deveria se desculpar por não gostar de alguém.